Com um corpo que é um poema
Assinado pela própria natureza
Resplandece uma flor em seu íntimo
Etérea, sublime e atraente
Na sua legítima forma latente
Abelha profana que me enfeitiça,
Me permite beber de tua seiva
O néctar que me ofereces, me embriaga
Quero sorver a última gota de teu mel
Enlevar-me em teu beijo que me leva ao céu
Deusa a quem tanto idolatro,
Em meu coração trago teu retrato
Quero me aprofundar em tua natureza
ambivalente
E na linguagem do teu amor ser fluente.
Natal, 22 de outubro de 2023.
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