18 março 2024

Acróstico


Com um corpo que é um poema

Assinado pela própria natureza

Resplandece uma flor em seu íntimo

Etérea, sublime e atraente

Na sua legítima forma latente

 

Abelha profana que me enfeitiça,

Me permite beber de tua seiva

O néctar que me ofereces, me embriaga

Quero sorver a última gota de teu mel

Enlevar-me em teu beijo que me leva ao céu

 

Deusa a quem tanto idolatro,

Em meu coração trago teu retrato

Quero me aprofundar em tua natureza ambivalente

E na linguagem do teu amor ser fluente.

 

Natal, 22 de outubro de 2023.

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